Informações para Visitantes
Visitando Mesquita de Al-Aqsa
Visitar a Mesquita de Al-Aqsa oferece uma experiência profunda, repleta de história e significado espiritual. A atmosfera é geralmente serena, embora seja importante estar ciente das sensibilidades políticas que cercam o local. Espere encontrar uma mistura diversificada de fiéis e visitantes de todo o mundo. É necessário vestir-se modestamente, e os não muçulmanos devem estar atentos aos horários de oração e às restrições à entrada nos edifícios da mesquita.
Destaques
- Testemunhar a arquitetura deslumbrante e as decorações intrincadas da mesquita.
- Experimentar a atmosfera espiritual de um dos locais mais sagrados do Islã.
- Explorar o complexo de Al-Haram ash-Sharif (Nobre Santuário).
O que Saber
- Os não muçulmanos podem visitar o Monte do Templo (Al-Haram al-Sharif) durante horários específicos, normalmente de segunda a quinta-feira, exceto durante os horários de oração.
- O complexo está fechado para turistas não muçulmanos às sextas-feiras, sábados e feriados muçulmanos.
- Durante o Ramadão, o acesso de não muçulmanos é limitado apenas às manhãs.
Dicas para sua Visita
Vista-se Modestamente
Certifique-se de que sua roupa cubra seus ombros e joelhos por respeito ao local religioso.
Verifique os Horários de Visita
Confirme os horários de visita atuais para não muçulmanos antes de sua visita, pois eles podem mudar.
Sobre
A Mesquita de Al-Aqsa, também conhecida como Al-Jami' al-Aqsa, está situada na Cidade Velha de Jerusalém, Palestina, e é o terceiro local mais sagrado do Islã. Esta mesquita sagrada faz parte do agrupamento teológico islâmico das tradições abraâmicas, compartilhando conexões históricas e espirituais com o judaísmo e o cristianismo. O complexo da Mesquita de Al-Aqsa, também conhecido como Al-Haram ash-Sharif (o Nobre Santuário), engloba uma rica tapeçaria de história religiosa e maravilhas arquitetônicas.
As origens da mesquita remontam aos primeiros dias do Islã, com a construção inicial ocorrendo no século VII. Ao longo dos séculos, a Mesquita de Al-Aqsa passou por inúmeras reformas e reconstruções, refletindo os diversos impérios e governantes que moldaram a região. Apesar dessas mudanças, a mesquita manteve seu caráter essencial como um local de culto e um símbolo da herança islâmica.
Hoje, a Mesquita de Al-Aqsa continua sendo um centro vibrante da vida religiosa para os muçulmanos, atraindo fiéis e visitantes de todo o mundo. Sua arquitetura deslumbrante, decorações intrincadas e atmosfera espiritual profunda a tornam um destino verdadeiramente único e inesquecível. A mesquita também se destaca como um símbolo potente da identidade e resiliência palestinas.
Galeria
Elementos Simbólicos
O exterior do templo apresenta entalhes intrincados, cada um rico em significado espiritual:
Domo da Rocha
O Domo da Rocha, localizado dentro do complexo da Mesquita de Al-Aqsa, é um santuário islâmico icônico. Sua cúpula dourada e mosaicos intrincados representam um exemplo significativo da arquitetura e arte islâmica, simbolizando a importância espiritual do local.
Mesquita Al-Qibli
A Mesquita Al-Qibli, com sua distinta cúpula de prata, é uma estrutura central dentro do complexo de Al-Aqsa. Esta mesquita serve como um espaço de oração primário para os fiéis e é um ponto focal para reuniões e cerimônias religiosas.
Minaretes
Os minaretes da Mesquita de Al-Aqsa se erguem como marcos arquitetônicos e servem como um chamado à oração para os muçulmanos. Essas torres esbeltas estão estrategicamente posicionadas ao redor do complexo, simbolizando a presença do Islã e convidando os crentes a adorar.
Arcos
Os arcos em estilo românico que adornam a fachada da Mesquita de Al-Aqsa contribuem para sua beleza arquitetônica e significado histórico. Esses arcos refletem as diversas influências que moldaram o design da mesquita ao longo dos séculos, misturando elementos arquitetônicos islâmicos e romanos.
Vitrais
O interior da Mesquita de Al-Aqsa é iluminado por 121 vitrais, exibindo designs intrincados e cores vibrantes. Essas janelas, datadas das eras abássida e fatímida, aumentam o ambiente artístico e espiritual da mesquita.
Mihrab
O mihrab, um nicho na parede da mesquita que indica a direção de Meca, é um elemento essencial da Mesquita de Al-Aqsa. O colorido mihrab principal, criado no final dos anos 1200, serve como um ponto focal para a oração e simboliza a conexão entre os fiéis e a Kaaba.
Colunas
As 45 colunas que sustentam as naves hipostilas da Mesquita de Al-Aqsa são construídas a partir de uma mistura de mármore branco e materiais de pedra. Essas colunas representam um testemunho da habilidade arquitetônica e do artesanato dos construtores que criaram este espaço sagrado.
Naves Hipostilas
Os sete corredores de naves hipostilas dentro da Mesquita de Al-Aqsa criam um interior espaçoso e inspirador. Essas naves, sustentadas por inúmeras colunas, fornecem amplo espaço para os fiéis se reunirem e orarem, promovendo um senso de comunidade e devoção.
Curiosidades
A Mesquita de Al-Aqsa é mais do que apenas uma mesquita; todo o complexo é conhecido como a Abençoada Masjid Al-Aqsa.
A Mesquita de Al-Aqsa é uma das poucas mesquitas mencionadas no Sagrado Alcorão.
A mesquita passou por várias reconstruções.
A estrutura com cúpula de prata é a Mesquita Al-Qibli, que é considerada uma das estruturas mais significativas do local.
A mesquita pode acomodar até 5.000 fiéis por vez.
A Mesquita de Al-Aqsa não é apenas o terceiro local mais sagrado do Islã, mas também um símbolo fundamental da identidade e resistência palestina.
A Mesquita de Al-Aqsa está associada a eventos importantes que giram em torno da vida de quase todos os profetas.
O complexo da Mesquita de Al-Aqsa pertence ao Haram al-Sharif (Nobre Santuário), que ocupa mais de 230.000 metros quadrados.
Acredita-se que o local seja o local da ressurreição e reunião dos crentes durante o Dia do Juízo.
A Mesquita de Al-Aqsa foi construída 40 anos após Al Masjid Al Haram em Makkah.
Perguntas Frequentes
Qual é o significado da Mesquita de Al-Aqsa no Islã?
A Mesquita de Al-Aqsa é o terceiro local mais sagrado do Islã. Acredita-se que seja o local onde o Profeta Muhammad ascendeu ao céu durante a Jornada Noturna (Isra e Mi'raj). Também foi a primeira Qibla (direção da oração) para os muçulmanos.
Não muçulmanos podem visitar a Mesquita de Al-Aqsa?
Não muçulmanos podem visitar o Monte do Templo (Al-Haram al-Sharif), onde a Mesquita de Al-Aqsa está localizada, durante horários específicos, geralmente de segunda a quinta-feira, exceto durante os horários de oração. No entanto, não muçulmanos não têm permissão para adorar dentro do complexo ou entrar nos edifícios da Mesquita.
Qual é o estilo arquitetônico da Mesquita de Al-Aqsa?
A Mesquita de Al-Aqsa é um exemplo notável da arquitetura islâmica primitiva. A mesquita tem sete corredores de naves hipostilas sustentadas por 45 colunas, com uma mistura de mármore branco e materiais de pedra. O interior é adornado com 121 vitrais, e a fachada consiste em 14 arcos em estilo românico.
Quantos fiéis a Mesquita de Al-Aqsa pode acomodar?
A Mesquita de Al-Aqsa pode acomodar até 5.000 fiéis por vez.
O que é o Al-Haram ash-Sharif?
O complexo da Mesquita de Al-Aqsa também é conhecido como Al-Haram ash-Sharif (o Nobre Santuário). É um complexo maior que inclui o Domo da Rocha e outras estruturas religiosas.
Histórias em Destaque
A Jornada Noturna (Isra e Mi'raj)
7th Century
A Mesquita de Al-Aqsa ocupa uma posição primordial na tradição islâmica como o local onde se acredita que o Profeta Muhammad ascendeu ao céu durante a Jornada Noturna (Isra e Mi'raj). Este evento milagroso, relatado no Alcorão, significa a importância espiritual de Jerusalém e da Mesquita de Al-Aqsa na fé islâmica. A Jornada Noturna é um testemunho da conexão divina entre o Profeta e o Todo-Poderoso.
De acordo com a crença islâmica, o Profeta Muhammad viajou de Meca para Jerusalém em uma única noite, onde liderou orações com outros profetas antes de ascender aos céus. Esta jornada simboliza a unidade de todos os profetas e a continuidade da orientação divina. A Jornada Noturna é uma fonte de inspiração e reverência para os muçulmanos em todo o mundo.
Fonte: https://dompetdhuafa.org
A Primeira Qibla
Early Islamic Era
Antes que a direção da oração fosse mudada para a Kaaba em Meca, a Mesquita de Al-Aqsa serviu como a primeira Qibla (direção da oração) para os muçulmanos. Este significado histórico sublinha o papel central da mesquita no desenvolvimento inicial do Islã. O ato de encarar Al-Aqsa durante a oração conectou a nascente comunidade muçulmana a Jerusalém e sua rica herança religiosa.
A decisão de mudar a Qibla para Meca foi um momento crucial na história islâmica, marcando uma mudança de foco para a Kaaba como o ponto central de adoração. No entanto, a memória de Al-Aqsa como a primeira Qibla permanece uma parte apreciada da tradição islâmica, simbolizando a conexão duradoura entre os muçulmanos e Jerusalém.
Fonte: https://muslimhands.org.uk
Reconstrução Após o Incêndio de 1969
1969
Em 1969, um incêndio devastador varreu a Mesquita de Al-Aqsa, causando danos significativos à estrutura e seus artefatos históricos. Este evento trágico provocou indignação e tristeza entre os muçulmanos em todo o mundo, destacando a vulnerabilidade do local sagrado. O incêndio serviu como um catalisador para um grande esforço de reconstrução, com o objetivo de restaurar a mesquita à sua antiga glória.
Após o incêndio, o domo da Mesquita de Al-Aqsa foi reconstruído usando concreto e coberto com alumínio anodizado. Este projeto de reconstrução envolveu artesãos e engenheiros qualificados que trabalharam diligentemente para preservar a integridade arquitetônica e o caráter histórico da mesquita. O domo reconstruído é um símbolo de resiliência e do espírito duradouro da comunidade muçulmana.
Fonte: https://confinity.com
Cronologia
Primeira Casa de Oração Erguida
Após a entrada muçulmana em Jerusalém, uma pequena casa de oração foi erguida perto do local da mesquita pelo califa Rashidun Umar ou pelo califa Umayyad Mu'awiya I.
MarcoProjetos Arquitetônicos Iniciados
Abd al-Malik inicia projetos arquitetônicos no Monte do Templo, incluindo o Domo da Rocha.
MarcoConstrução Iniciada
A construção da Mesquita de Al-Aqsa foi iniciada por Abd ul-Malik ibn-i Marwan.
MarcoConstrução Começa Sob al-Walid I
A construção da Mesquita de Al-Aqsa começou sob o califa Umayyad al-Walid I.
MarcoMesquita Construída pelos Omíadas
A Mesquita de Al-Aqsa foi construída pelos Omíadas, liderados pelo califa al-Walid I.
MarcoMesquita Destruída em Terremoto
A mesquita foi destruída em um terremoto.
RenovaçãoReconstruída por al-Mansur
Reconstruída pelo califa abássida al-Mansur.
RenovaçãoExpandida por al-Mahdi
Expandida pelo califa abássida al-Mahdi.
RenovaçãoDestruída em Terremoto
Novamente destruída durante o terremoto do Vale da Fenda do Jordão.
RenovaçãoReconstruída por al-Zahir
Reconstruída pelo califa fatímida al-Zahir.
RenovaçãoFachada Construída
A fachada da mesquita foi construída.
MarcoJerusalém Capturada pelos Cruzados
Jerusalém capturada pelos Cruzados, que nomearam a mesquita Templum Solomonis (Templo de Salomão).
EventoAiúbidas Reivindicam Jerusalém
Os aiúbidas sob Saladino reconquistaram Jerusalém, e reparos e renovações foram realizados na Mesquita de al-Aqsa.
EventoMihrab Criado
Comissionado pelo governante aiúbida Salah al-Din, o colorido mihrab principal foi criado.
MarcoDomo Reconstruído
O domo foi reconstruído em concreto e coberto com alumínio anodizado, após um incêndio.
RenovaçãoHistória por Década
630s CE — Era Islâmica Primitiva
Após a entrada muçulmana em Jerusalém em 638 CE, uma pequena casa de oração foi erguida perto do local da futura Mesquita de Al-Aqsa. Esta humilde estrutura marcou o início da presença islâmica no Monte do Templo, um local já reverenciado por judeus e cristãos. A casa de oração serviu como um local de culto para a comunidade muçulmana primitiva em Jerusalém.
690s CE — Califado Omíada
Durante o Califado Omíada, Abd al-Malik iniciou projetos arquitetônicos significativos no Monte do Templo, incluindo a construção do Domo da Rocha. Em 695 CE, a construção da Mesquita de Al-Aqsa foi iniciada por Abd ul-Malik ibn-i Marwan, lançando as bases para a grande mesquita que se tornaria um símbolo da Jerusalém islâmica.
700s CE — Conclusão Sob al-Walid I
A construção da Mesquita de Al-Aqsa continuou sob o califa Umayyad al-Walid I, filho de Abd al-Malik. A mesquita foi concluída em 715 CE, solidificando seu status como um importante centro de culto e aprendizado islâmico. O Califado Omíada investiu recursos significativos na construção de Al-Aqsa, refletindo sua importância para a dinastia dominante.
740s CE — Destruição por Terremoto
Em 746 CE, um terremoto devastador atingiu Jerusalém, causando danos generalizados à Mesquita de Al-Aqsa. O terremoto destruiu grande parte da estrutura original, exigindo extensos reparos e esforços de reconstrução. Este desastre natural testou a resiliência da comunidade muçulmana em Jerusalém.
750s-780s CE — Reconstrução Abássida
Durante o período abássida, os califas al-Mansur e al-Mahdi supervisionaram a renovação e reconstrução da Mesquita de Al-Aqsa. Esses governantes abássidas investiram na restauração da mesquita à sua antiga glória, expandindo o projeto original dos Omíadas. Os esforços de reconstrução abássidas ajudaram a preservar Al-Aqsa como um centro vital da vida islâmica.
1030s CE — Reconstrução Fatímida
Em 1033 CE, outro grande terremoto atingiu Jerusalém, causando mais danos à Mesquita de Al-Aqsa. O califa fatímida al-Zahir empreendeu a reconstrução da mesquita em 1035 CE, incorporando novos elementos e designs arquitetônicos. A reconstrução fatímida refletiu as influências artísticas e culturais da época.
1090s CE — Conquista Cruzada
Em 1099 CE, Jerusalém foi capturada pelos Cruzados, que renomearam a Mesquita de Al-Aqsa Templum Solomonis (Templo de Salomão). Os Cruzados usaram a mesquita como um palácio real e estábulo para cavalos, profanando o local sagrado. Este período marcou um capítulo sombrio na história da Mesquita de Al-Aqsa.
1180s CE — Restauração Aiúbida
Em 1187 CE, os aiúbidas sob Saladino reconquistaram Jerusalém, restaurando a Mesquita de Al-Aqsa ao controle muçulmano. Saladino ordenou que reparos e renovações fossem realizados na mesquita, removendo os vestígios da ocupação cruzada. A restauração aiúbida simbolizou o ressurgimento do Islã em Jerusalém.
1960s CE — Reconstrução Moderna
Em 1969 CE, um incêndio danificou a mesquita. O domo foi reconstruído em concreto e coberto com alumínio anodizado.
Significado Religioso
A Mesquita de Al-Aqsa tem imensa importância religiosa para os muçulmanos como o terceiro local mais sagrado do Islã e um local central de culto dentro da tradição abraâmica.
O principal propósito espiritual da Mesquita de Al-Aqsa é fornecer um espaço sagrado para os muçulmanos se conectarem com Allah por meio da oração, reflexão e devoção.
Ordenanças Sagradas
Salah (Oração)
Salah, a oração ritual diária, é uma prática fundamental no Islã, e a Mesquita de Al-Aqsa serve como um ponto focal para orações comunitárias e súplicas individuais.
Ziyarat (Visitação)
Ziyarat, o ato de visitar locais sagrados, é uma tradição apreciada no Islã, e a Mesquita de Al-Aqsa atrai peregrinos de todo o mundo em busca de enriquecimento espiritual e bênçãos.
I'tikaf (Reclusão)
I'tikaf, a prática de se isolar em uma mesquita para oração e contemplação, é um retiro espiritual frequentemente observado durante o Ramadão, com a Mesquita de Al-Aqsa proporcionando um ambiente sereno para esta devoção.
A Jornada Noturna e Ascensão
A tradição islâmica sustenta que a Jornada Noturna (Isra) e a Ascensão (Mi'raj) do Profeta Muhammad ocorreram no local da Mesquita de Al-Aqsa, solidificando seu status como um destino sagrado e um símbolo de conexão divina.
A Primeira Qibla
A Mesquita de Al-Aqsa serviu como a primeira Qibla (direção da oração) para os muçulmanos antes que a direção fosse alterada para a Kaaba em Meca, sublinhando sua importância histórica e seu papel no desenvolvimento inicial do Islã.
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Fontes e Pesquisa
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